7 vícios piores que fumar?

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    1 - Os amados telemóveis

Os motivos
Relativamente às críticas de que são alvo, estão ao nível do DAESH e das arbitragens portuguesas. “Utilizar o telemóvel na cama altera os ciclos do sono (sono REM mais curto e níveis de melatonina reduzidos, responsáveis pela regulação do sono). Os adolescentes ficam ansiosos quando não recebem notificações, porque passam a viver num linha de expectativas constantes e os pais impelem os filhos para uma situação de maior isolamento, quer por mimetismo (estão sempre online), quer por pragmatismo (como as crianças se entretêm por longos momentos, possibilitam aos pais desempenharem outras tarefas)”, alerta a dra. Sandra Baía, doutoranda em Sociologia da Saúde e gestora de Unidades no Instituto Português do Sangue da Transplantação, em Lisboa. Ah… e a postura ao usar o telemóvel dá cabo das costas!

As notificações, as redes sociais e os jogos dos smartphones estão a transformá-lo num zombie antissocial.

Os factos
Um estudo realizado no ano passado regista uma ligação entre o uso excessivo do smartphone e problemas de depressão, ansiedade e má qualidade do sono. Resta saber se o telemóvel é a causa ou a consequência desses problemas.

São assim tão maus?
Quer uma dica? Habitue-se a ver o mundo à sua volta sem os filtros do Instagram!

Nível de perigo
5/10

    2 - O café

Os motivos
São imensos os estudos que analisaram a possível ligação entre o café e as doenças coronárias. Outras investigações afirmam ter encontrado uma relação causal entre o consumo de cafeína e o cancro do pulmão.

O café já foi acusado de todo o tipo de maldades contra a saúde. O seu principal crime é atacar o coração

Os factos
A maioria dos estudos que atacavam o café foram rebatidos já que – como indicava uma metanálise realizada em 2014 por Rob van Dam, da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA) – não tiveram em conta outros hábitos pouco saudáveis dos pacientes estudados.
É seguro beber três cafés por dia. Caso o café não seja muito concentrado e acrescente água (tipo americano) pode beber até cinco. E nalguns casos chega a ser benéfico. O estudo prospetivo europeu sobre alimentação, cancro e saúde concluiu que o consumo moderado de café reduz o risco de padecer de diabetes tipo 2.
Um inquérito publicado pelo Journal of the American Medical Association chegou à conclusão de que a cafeína podia reduzir até 80% o risco de padecer de Parkinson. E outro estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute constatou que podia diminuir em 20% o risco de desenvolver um melanoma maligno. E o coração também sai a ganhar, pois pode reduzir o risco de morte por cardiopatia em 10%, indica a revista The New England Journal of Medicine.

Nível de perigo
2/10

    3 - Edulcorantes artificiais

Os motivos
A sacarina, o primeiro edulcorante artificial, foi descoberta em 1879 por um cientista que trabalhava com derivados do alcatrão de hulha. A escassez de açúcar durante a Primeira Guerra Mundial fez com que fosse lançada no mercado e a controvérsia persiste desde então.
Vários estudos afirmam existir ligação entre os edulcorantes e a diabetes tipo 2, picos de insulina, enjoos, vómitos, crises epiléticas, hipotensão e cancro.
O aspartame é o que tem a pior reputação: o ano passado foi eliminado da fórmula da Pepsi Light depois das vendas terem notado uma descida acentuada face à preocupação dos consumidores pela possível relação com casos de esclerose múltipla, lúpus e cegueira.

Era suposto “salvarem-nos” da obscura ameaça do açúcar, mas ao que parece provocam esclerose múltipla, tumores cerebrais, cegueira, transtornos mentais e crises epiléticas!

Os factos
Todos os edulcorantes artificiais “são submetidos a uma avaliação rigorosa por entidades competentes para poderem ser utilizados, sendo definido uma dose diária admissível que estima a quantidade que pode ser consumida com segurança”, explica a dra. Ana Tavares, nutricionista no Centro Diagnóstico e Estudos Endocrinológicos, em Lisboa. No entanto, há que estar muito atento, “pois estes substitutos do açúcar estão presentes em inúmeros alimentos e bebidas light, zero ou sem açúcar e depois há tendência para serem consumidos em maior quantidade”, alerta. Nestes casos, o muito passa a ser demais!

Nível de perigo
2/10

    4 - Estar sentado

Os motivos
Recentemente, Tim Cook, diretor-geral da Apple afirmou que “estar sentado é o novo cancro”. E não foi por acaso que foi lançado o Apple Watch que tenta “salvar-nos” a todos de um destino sedentário.

Hoje em dia passamos metade
da vida sentados na cadeira.
A inatividade e a má circulação levam a cardiopatias, cancro, diabetes e até à disfunção cerebral.

Os factos
Estar sentado durante muito tempo repercute-se negativamente no metabolismo ao aumentar os níveis de gorduras não saudáveis, como os triglicéridos, e diminuir os níveis do colesterol HDL (o bom).
Um estudo científico sobre esta questão, que contou com a participação de 92.000 pessoas ao longo de 12 anos, revelou que quem passou mais de 11 horas diárias sentado apresentou 21% de maior probabilidade para morrer de cancro e mais 27% de morrer do coração do que quem esteve sentado apenas quatro horas ou menos. E o hábito de ficar a ver TV no sofá tem muitas culpas no cartório.
Felizmente, a solução é fácil: dê um pequeno passeio a meio do dia, não falte ao ginásio e não fique horas seguidas a ver séries.

Nível de perigo
5/10

    5 - Gorduras trans

Os motivos
São tema de debate nos Estados Unidos (e claro está, no resto do mundo) desde 2006, quando a junta de saúde de Nova Iorque as proibiu nos restaurantes face à preocupação dos seus efeitos nocivos para a saúde cardíaca.
A Food and Drug Administration (FDA) anunciou que a proibição ampliar-se-ia ao resto do país até 2017. Na Europa, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar recomenda apenas reduzir o consumo.

As gorduras trans são puro veneno, pois entopem as artérias com placas de gordura!

Os factos
As gorduras trans formam-se quando o óleo é submetido a um processo chamado hidrogenação, deixando-o mais sólido. São muito utilizadas em produtos como bolachas.
Pior que isso é que existem provas claras de que as gorduras trans aumentam o risco de cardiopatia e do colesterol. Mas não se deixe levar pelo pânico, já que muitos dos fabricantes estão a eliminá-las dos seus produtos. É uma boa notícia!

Nível de perigo
8/10

    6 - Cigarros eletrónicos

Os motivos
Os experts saíram em sua defesa como sendo uma alternativa ao tabaco e chegou-se a pensar incluí-los no Serviço Nacional de Saúde da Grã-Bretanha.
Posteriormente, num artigo publicado no British Medical Journal, os professores Martin McKee e Simon Capewell asseguraram que as partes interessadas tinham louvado em demasia os benefícios destes cigarros.
Consequência? Os produtos voltaram a ficar sob suspeita.

As substâncias dos aromas também afetam o sistema respiratório. A ideia era demasiado boa para ser verdade.

Os factos
Para começar: inalar qualquer coisa que não é suposto estar nos pulmões é prejudicial. Numa escala de zero a 100, se o zero corresponde a respirar ar puro e 100 fumar um cigarro, os cigarros eletrónicos situavam-se à volta do cinco.
De qualquer maneira, os cigarros eletrónicos não eliminam o vício da nicotina e criam tanta dependência como fumar. O benefício (relativo) é não ingerir alcatrão nem outros compostos tóxicos utilizados no fabrico dos produtos do tabaco.

Nível de perigo
3/10

    7 - Demasiado açúcar

Os motivos
As elevadas percentagens do consumo de açúcar por parte da população em geral dispararam alarmes durante anos e foram feitos imensos documentários sobre os seus efeitos nocivos: hipertensão, doenças hepáticas, cardiopatia, diabetes tipo 2, cáries… Também já se falou muito sobre o sabor tremendamente viciante do açúcar.
Um estudo - que deu muito que falar - provou que os ratos preferem o açúcar à cocaína, mesmo os que já eram viciados na cocaína optaram pelo açúcar!

O açúcar é tão viciante como a metanfetamina, mais barato que as batatas fritas e é a principal causa da epidemia da obesidade!

Os factos
As afirmações sobre o açúcar são dignas de registo. “As consequências do excesso de consumo de açúcar são originam uma panóplia de problemas associados à síndrome metabólica”, alerta a dra. Carolina Tinoco, nutricionista da Associação SALUS de Combate à Obesidade desde a Infância ASCODI (geral@salus). Mas há mais: “Este excesso afeta a capacidade de comunicar ao cérebro que está saciado (acaba por comer mais), aumenta o risco de depressão, compromete a saúde renal e prejudica as articulações e o revestimento das artérias”.
Não é por acaso que é considerado o “veneno” do século XXI.

Nível de perigo
9/10

Fumar já passou de moda, mas há outros prazeres que também fazem estragos. Mas serão tão perigosos como acender um cigarro? Alguns até são bem piores.
Conheça agora os que pode manter e os que tem de abandonar rapidamente!

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

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