Quem o diz é Wes Craven, realizador de clássicos de terror como Pesadelo em Elm Street e Scream.

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    O escuro

Wes Craven, lendário realizador de filmes de terror, utiliza 75% das cenas durante a noite para incutir maior medo. “A luz revela a imaginação do realizador. A escuridão revela a imaginação do espetador”. E nós sabemos que é assim mesmo.

    O cheiro a medo

Pode não o saber, mas o medo tem odor. Num estudo de 2009 publicado pela Public Library of Science, alguns voluntários cheiraram o suor de várias pessoas que tinham saltado de paraquedas e de outras que tinham feito exercício na passadeira do ginásio. Não notaram nenhuma diferença, mas os seus cérebros sim: a parte que regista o medo apenas “deu sinal” quando cheiraram o suor dos paraquedistas.

    “Por amor de Deus, não o faças!”

… grita uma personagem mesmo antes de um homem esventrar o assassino da sua filha com uma serra elétrica no filme A última casa à esquerda. Este clássico de terror, filmado por Wes Craven em 1972, foi um dos primeiros filmes a utilizar a serra elétrica como arma.

    Cada 12-15 minutos

Frequência com que os realizadores intercalam um grande susto nos filmes de terror, comenta Craven. “Tudo o que leva até este ponto apenas serve para aumentar a tensão. É como o sexo: o clímax é somente parte da diversão”.

    Sons arrepiantes

Craven diz que é o melhor para criar tensão numa cena de terror.

    O leito da morte

Como em muitos filmes de terror, também o último filme de Wes Craven, My Soul to Take, inclui uma cena aterrorizadora numa cama. Por que é um cliché tão essencial para os filmes de horror? “É onde a mente está mais aberta ao subconsciente”, explica o realizador. “É uma porta de acesso ao nosso instinto, um lugar sem regras, sem caminhos e sem amigos”.

    Tem frio?

Não, não é o ar condicionado do cinema. Segundo um estudo de 2007 publicado em Psychophysiology, quando assiste a um filme de terror a irrigação sanguínea dos dedos diminui ao mesmo tempo que a frequência respiratória e a pressão arterial aumentam.

    Recordações assustadoras

Todos nós conseguimos relembrar situações aterrorizadoras com o máximo de detalhe, mas dificilmente nos lembramos do que aconteceu antes ou depois. De acordo com investigadores da Universidade de South Florida (EUA), estas “memórias seletivas” acontecem, porque parte do cérebro dedicada à memória trabalha intensamente durante o susto e, após a ameaça, já está esgotada demais para registar o que se passa.

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