Este homem mudou o corpo para se igualar a um extraterrestre

28 Julho, 2022

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Anthony Loffredo cobriu maior parte do seu corpo com tatuagens escuras, colocou implantes debaixo da pele na cabeça e nos braços e teve dois dedos, partes do nariz e ambas as orelhas amputadas – tudo para ficar com uma aparência que considera mais parecida com a de um extraterrestre.

@the_black_alien_project

Na sua conta de Instagram, onde já acumula mais de um milhão de seguidores, o francês escreve na descrição que ainda não fez metade da transformação que tanto anseia: até agora, tudo que fez representa apenas 45% da transformação total em “alien”.

Entre os procedimentos realizados por Loffredo para se parecer o mais fiel possível com um extraterrestre estão a retirada das orelhas, do nariz e parte dos lábios, corte na língua, deixando-a bifurcada, implantes subcutâneos, que criaram saliência na cabeça e no rosto, fora as tatuagens.

@the_black_alien_project

Para se tornar o “alien negro” que imagina desde a infância, o homem tatuou o corpo todo — inclusive os globos oculares —, deixando a pele do corpo inteiro preenchida por tinta preta.

Em março do ano passado, Anthony submeteu-se a uma cirurgia que pode ser considerada impensável para a maioria das pessoas: o francês removeu dois dedos, o mindinho e o anelar para que a sua mão fique parecida com uma garra.

@the_black_alien_project

O procedimento foi realizado no México, tempos depois de ter ido até Barcelona para realizar uma cirurgia conhecida como rinotomia, em que o nariz foi removido, deixando-o com um buraco no rosto.

Recentemente, Anthony Loffredo participou no podcast espanhol Club 113 onde admitiu que recebe muitas reações “negativas” devido à sua aparência única. “Há pessoas que, quando me veem, gritam e fogem. Sou humano, mas as pessoas pensam que sou louco”, referiu.

“Não consigo encontrar emprego, há muitas coisas negativas. Pode ser positivo porque me sinto melhor, mas também há um lado negro”, acrescentou.

@the_black_alien_project

Loffredo disse estar consciente do facto de que a sua aparência pode assustar as pessoas, por isso tenta fazer com que estas se sintam confortáveis “desviando-se para o lado” enquanto passa por elas na rua.

“É uma luta diária, porque todos os dias se encontram novas pessoas que não compreendem, que querem julgar. É a vida, nem todos compreendem tudo. Como eu, não compreendo muitas coisas sobre muitas pessoas”, explicou.

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