Esta continua a ser uma das grandes dúvidas e se há quem não dispense os alimentos crus, há outros que não “vivem” sem a frigideira por perto.

Porém, continua a existir a premissa que está subjacente à ideia de abandonar a frigideira, ou seja, segundo os defensores dos alimentos cozinhados, quando se ingere alimentos crus, absorvemos nutrientes e enzimas essenciais que se perderiam se fossem cozinhados. É um ponto de vista, mas isto pode não ser muito válido, uma vez que as enzimas jamais sobreviveriam aos ácidos do estômago que se libertam durante a digestão. E ainda que o calor da frigideira possa reduzir o conteúdo nutricional de algumas verduras, também é verdade que pode aumentar a absorção de antioxidantes e vitaminas provenientes de tomates, cenouras ou brócolos.
O segredo continua a estar no equilíbrio e não no 8 nem no 80.

3 pequenos-almoços rápidos e saudáveis

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