Há muito que falamos dos benefícios da dieta mediterrânica, e continuamos a insistir: de acordo com um estudo recentemente publicado na revista Annals of Internal Medicine, os pratos da mamma contribuem largamente para a diminuição do risco cardiovascular.
Tome nota
Massa: Pergunte no seu restaurante italiano preferido de que é feita a massa. Se a resposta for que não é de sêmola de trigo duro, mude de restaurante. Este tipo de massa é digerido mais lentamente, logo é melhor do que as outras massas feitas com cereais moles.
Pizza: Esqueça a especial da casa com carne e prefira uma com mais verduras.
Ervas aromáticas: Os orégãos e o manjericão são ingredientes básicos da cozinha italiana. Para além de um excelente aroma, estas ervas contêm propriedades antibacterianas graças ao carvacrol, um potente antioxidante.
Peça isto
- Pratos primavera: A presença deste prato na ementa significa que é confecionado com verduras da época como ervilhas, brócolos ou curgetes que são salteados ao vapor.
- Pratos all’arrabbiata: Sejam cozinhados ou crus, os tomates são uma excelente fonte de vitamina C. Mas quando estão quentes, o nosso corpo absorve melhor o licopeno, um poderoso antioxidante. O molho arrabiata é uma escolha particularmente boa se está a pensar perder uns quilos, já que o
picante acelera o metabolismo. - Mozarela: Muito rico em cálcio e mais pobre em gordura do que a maioria dos outros queijos italianos, como o parmesão (o teor de gordura é de 50%).
E não isto
- Molhos cremosos: Esqueça o molho carbonara e similares. A não ser que o chef os confecione com pecorino romano em vez do tradicional queijo parmesão, já que o teor de gordura do primeiro é inferior ao do segundo.
- Massas feitas com carnes gordas: Tudo o que implique massa de ovo e carne é supercalórico. Acrescente-lhe queijo e bechamel e já tem o equivalente calórico de uma lasanha. Procurámos arduamente uma boa razão que justificasse esta escolha mas, neste caso, as gorduras ganham com larga vantagem.

