Anote estes nomes porque vai ouvi-los ao longo de 2018. São as dietas mais seguidas pelas celebridades internacionais, mas, cuidado, isso não significa que funcionem consigo. A British Dietetic Association (BDA) já alertou para esse facto… e nós fazemo-lo agora.

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    1 - Crudiveganismo (ou raw food)

Seguida por celebridades como Megan Fox, Gwyneth Paltrow ou Sting, consiste em comer legumes crus. A dieta vegan pode ser boa para perder peso, embora não seja totalmente garantido. "Um bolo vegan não deixa de ser um bolo com açúcar e calorias", explica a associação britânica. O termos designa aquilo que é cru ou não cozinhado e vegano que é quando não se recorre a qualquer produto animal ou de origem animal.

    2 - Dieta alcalina

O jogador da NFL Tom Brady ou a Duquesa de York tentam comer alimentos com muita carga alcalina e poucos ácidos. Esta dieta "funde" a quantidade de PH dos alimentos com as do organismo, algo que considera pouco rigoroso e incorreto. Por norma isso é feito através de 60% de alimentos alcalinos e 40% de alimentos ácidos.

Alimentos principais nesta dieta: pepino, couve, sementes de abóbora, algas marinhas, erva de trigo, coentros, salsicha, sal e stévia;

    3 -Dieta Pioppi

Pioppi é uma cidade no sul da Itália, considerada pela UNESCO como o local de origem da dieta mediterrânea. O problema que os especialistas britânicos vêem é que a dieta distorce a realidade da tradição da vila, adicionando o óleo de coco e excluindo a massa, o arroz ou o pão. Embora a base esteja correta graças à presença de frutas, vegetais e peixes, existem outras recomendações, como 24 horas de liberdade total para comer, que tornam esta dieta ineficaz ou "perigosa".

    4 - Dieta Cetónica

A lista de celebridades que seguem esta espécie de guia de alimentos é muito extensa: Kobe Bryant, Mick Jagger, Rihanna... Curiosamente foi a dieta-base na mudança de João Paulo Rodrigues para a capa da Men's Health Inclui apenas 5% de hidratos de carbono, vegetais ou sementes. . A dieta será útil para perder peso, na medida em que as calorias digeridas são menores que as queimadas. No entanto, no processo podem aparecer problemas de falta de energia, tonturas ou fadiga. Isso é algo que, segundo a British Dietetic Association, não é a melhor opção.

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