Estava condenado a morrer, mas conseguiu perder 160 kg

27 Outubro, 2021

Estava condenado a morrer, mas conseguiu perder 160 kg

Foi entre 2013 e 2019 que Zach Moore perdeu praticamente 160. Conseguiu-o graças a uma cirurgia de banda gástrica, que lhe ajudou a mudar de estilo de vida. Deixou de fumar e passou a uma alimentação bastante mais saudável, dizendo não a todos os processados. Mas antes do seu filho nascer, a alimentação era bem diferente.

As grandes fatias de pizza eram comuns a quase todos os serões, e sempre regadas a refrigerantes. Em entrevista, Zach admitiu que era mesmo viciado em Coca-Cola – bebia cerca de seis litros dia. Estes hábitos foram ganhos assim que foi morar sozinho e se viu “livre para comer tudo o que queria”. Foi a partir daí que o seu peso aumentou até ao ponto em que via no espelho algo impossível de mudar, e por isso o melhor era aceitar.

Nem os alertas de saúde o fizeram mudar

Com o nascimento do filho, em fevereiro de 2008, Zach sentia-se demasiado cansado para qualquer outra atividade que não fosse deitar-se no sofá. Desta rotina, não tardou até que fosse comum as idas ao médico. Sofria de problemas de tiroide, asma e outras complicações associadas ao excesso de peso. Mas os maus hábitos continuavam.

O pior ano de Zach Moore

Foi em 2013 que atingiu os 227 kg, um peso que o obrigou a deixar o trabalho, mas nem assim o seu estilo de vida mudou. Os problemas de saúde acumulavam-se e Zach cansava-se de ouvir conversas como ‘o seu coração pode parar a qualquer momento’.

Os seus maus hábitos começavam entretanto a ser adotados por Amber, a sua mulher, e foi aí que decidiu que, juntos, tinham de mudar. Tentaram comprimidos para emagrecer, que não resultaram. Embora Zach admitisse que “preferia morrer a fazer dieta”, sabia que era a única opção, se quisesse ver o filho crescer. Foi neste momento que o casal decidiu, finalmente, cortar em todos os processados.

Após perder os primeiros quilos, a cirurgia de banda gástrica ajudou ao processo. Embora tenha sido uma cirurgia de risco e de ser um grande investimento para um casal com um filho em que apenas a mulher trabalhava, era a única opção se Zach quisesse sobreviver.

Da alimentação ao exercício

A cirurgia correu bem e assim que o americano voltou para casa procurou aprender tudo o que podia sobre alimentação saudável. 14 meses depois, começou nas caminhadas, passou para a corrida e inscreveu-se num ginásio.

Haviam-se passado dois anos, mas após perder dezenas de quilos, havia sempre algo que o lembrava o seu antigo ‘eu’. As peles a mais são comuns em casos de obesidade em que se perde peso, mas no caso de Zach era extremo já que lhe caiam da zona do estômago até aos joelhos. Por isso, a cirurgia de remoção de peles foi tão essencial quanto todo o restante processo; uma segunda cirurgia que obrigou a 2400 pontos e lhe mudou todo o corpo. A operação estética obrigou até à recolocação dos mamilos.

Ao ver fotos do seu passado, Zach mal se reconhece. Baixou mais números de roupa do que os que pode contar, e até o calçado passou para três números abaixo. O caso foi merecedor de atenção por vários meios de imprensa americana e em todas as entrevistas que deu, o ponto que refere sempre enquanto aspeto mais positivo é em relação ao seu filho. Com 10 anos ou mesmo mais novo, Zach júnior admite gostar mais “do pai magro do que do antigo”.

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