5 coisas que acontecem ao seu pénis com os anos

Você pode ser saudável e ativo, mas isso não significa que o seu pénis não sofra mudanças à medida que envelhece. Não se trata de riscos potenciais para a sua saúde, mas essencialmente de performance. É algo praticamente inevitável.

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    A primeira queda

Uma das primeiras (e notórias) consequências é a queda ou descida dos seus testículos. É um aspeto inevitável nos homens à medida que os anos passam e está relacionado com a normal perda de massa muscular. Porém, a Ciência não para de surpreender, até mesmo no que aos “seus amigos” de baixo diz respeito. Falamos da “moda” que anda por aí em fazer uma escrotoplastia ou lifting do escroto. Basicamente é uma cirurgia estética para dar resposta à flacidez da pele à volta dos testículos.

    O encolhimento gradual

É normal que haja uma diminuição progressiva do tamanho do pénis à medida que envelhece. Quer piorar este cenário? Olhe pela sua barriga. É que se a deixar aumentar de volume com o passar dos anos, há uma percentagem do pénis que se retrai na própria pele que o envolve. Ganha peso, perde comprimento. Matemática simples. Os especialistas dizem que por cada 13 kg perdidos se consegue adicionar um comprimento efetivo de meia polegada.

    A curva acentua-se

Não é generalizado, mas a maior parte dos pénis intensificam a sua curvatura à medida que os anos passam. E não vale a pena fazer força para o pressionar na direção contrária. É comum e nota-se mais a partir dos 60 anos. Felizmente já existe terapêutica para retardar este processo, caso isso o aflija verdadeiramente.

    O Grande C

A maioria dos homens está familiarizado com os riscos reais de cancro da próstata e do testículo, mas convém alertar para a necessidade de ir fazendo exames regularmente, sobretudo a partir dos 45 anos.

    Disfunção erétil

Há mais de 30 milhões de homens no mundo – mais de 500 mil em Portugal – com disfunção erétil e a razão mais comum está relacionada com a perda de sangue. Por isso, lembramos que o mercado desta doença movimenta biliões de euros, desde medicamentos a injeções, para aumentar o fluxo sanguíneo e permitir uma ereção mais natural. Diz-se que para retardar este problema há que manter um estilo de vida equilibrado. Ou seja, se cuidar mais de si e da sua saúde, diminui as probabilidades de vir a ter disfunção erétil.

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