Homens que produzem mais testosterona têm mais parceiras sexuais

17 Novembro, 2021

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A testosterona é um elemento chave na sexualidade masculina. Esta hormona sexual está ligada ao que acontece nos testículos e na próstata. No entanto, até agora não havia nenhum estudo científico sobre a influência no seu comportamento sexual. A lacuna foi finalmente colmatada por um estudo no Reino Unido que mostrou que a produção de testosterona implica uma maior probabilidade de os homens serem mais promíscuos (e solteiros).

Especialistas da London School of Hygiene and Tropical Medicine desenvolveram um inquérito sobre comportamentos sexuais entre mais de 1500 homens com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos e retiraram amostras de saliva para análise. Os resultados mostraram que, independentemente da idade, os homens heterossexuais com níveis mais elevados de testosterona tendiam a ter mais do que uma parceira sexual simultaneamente.

“Em termos de comportamento sexual de parceiros, a associação mais forte (com altos níveis de testosterona) foi com a declaração de parceiros sexuais sobrepostos”, refere o estudo. Esta maior predisposição para ter parceiros diferentes também foi mostrada com a tendência para mais encontros de uma noite ou para fazer parte de casamentos abertos entre homens com níveis de testosterona mais elevados do que os restantes. Entre os homossexuais, não foi encontrada nenhuma ligação significativa.

Além disso, os cientistas também foram capazes de estabelecer mais padrões relacionados com comportamentos sexuais. Na verdade, encontraram uma correlação “forte” entre homens com um índice hormonal mais elevado e uma maior proporção de sexo vaginal e sexo oral.

Esta hormona também aparece com níveis mais altos entre solteiros, independentemente da idade. “Encontrámos variações na média (de testosterona) de acordo com o estado da relação, independentemente da idade, com os níveis mais elevados entre aqueles que não tinham uma relação estável e os níveis mais baixos entre aqueles que eram casados ou viviam com uma parceira”, refere o estudo publicado na revista científica The Journal of Sex Research.

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